Dia chuvoso
Não há nada melhor depois de uma noite mal (mau) dormida do que uma linda manhã chuvosa. É nesse momento que toda a sua vontade de sair da cama some, desaparece. Se não bastasse, sua mãe começa a pegar em seu pé logo cedo, com a mesma ladainha de sempre, que você não dá conta, não deveria ter feito matrícula nas primeiras aulas já que não consegue chegar no horário mesmo.
Você olha pela janela com a esperança de que antes de sair de casa a chuva vai parar, mas ela não dá a mínima para você e afoga a esperança que havia em você.
Mas tudo bem, você levanta, se arruma, se prepara psicologicamente para encarar os próximos 50 minutos de ônibus, não um, mas três e sai em direção ao incerto.
Ônibus lotado, povo apertado, janelas fechadas, caras feias, perfumes insuportáveis e muita, mas muita água caindo.
Quase uma hora depois, você chega em sua sala e constata que terá aula particular já que é o único aluno presente e não teve tempo de fingir que estava entrando na sala errada. Apesar do dia a aula foi excelente, um bate papo com a professora sobre um assunto bem interessante e relevante para mim.
Estou na hor do intervalo, no final dele para falar a verdade, e como imagino que terei outra aula particular, vou ficando por aqui.
Apesar do início do dia bem conturbado e de querer esquecer que ele existiu, agradeço a Deus porque tive a oportunidade de passar por isso. Tem muitos que gostariam de estar em meu lugar.


Podemos nos telefonar, conversar algumas bobagens…Passarão dias, meses, anos… até este contato tornar-se cadavez mais raro. Vamos nos perder no tempo…
A saudade vai apertar bem dentro do peito.Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente…



Após algumas doses a mais, é inevitável que o álcool “suba à cabeça”, como se costuma dizer. Mas se os efeitos inebriantes dessa ingestão são muito conhecidos, o mesmo não ocorre com sua atuação na atividade cerebral. Um novo estudo, feito por cientistas do Instituto Salk de Ciências Biológicas e da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, acaba de dar importante contribuição para entender melhor como o álcool altera o funcionamento das células cerebrais. O trabalho foi publicado pela revista Nature Neuroscience.





