Exercício pode retardar avanço de Alzheimer.

O tempo vai passando e os cientistas vão descobrindo cada vez mais coisas. Isso é muito bom para a população de modo geral. Em breve, possivelmente, teremos cura para doenças que antes imaginava-se incuráveis.

O artigo abaixo fala um pouco sobre o Mal de Alzheimer. Então, antes que você esqueça, envie um comentário sobre o blog, post ou sobre mim. Lembra como faz isso??? Hehehe… brincadeira…


Bom condicionamento físico pode diminuir o ritmo de agravamento do mal de Alzheimer, sugeriu pesquisa de cientistas nos Estados Unidos.

O estudo divulgado na revista “Neurology”, da Academia Americana de Neurologia, examinou 121 pessoas com 60 anos de idade ou mais – cerca da metade delas nos primeiros estágios da doença e os demais, saudáveis.

Os portadores da doença e com menor condicionamento físico apresentavam quatro vezes mais sinais de encolhimento do cérebro do que os que estavam em melhores condições físicas.

Não foi registrada diferença entre os participantes da pesquisa que não tinham desenvolvido o mal de Alzheimer.

“As pessoas nos estágios preliminares do mal de Alzheimer podem preservar sua função cerebral por um período mais longo exercitando-se regularmente e reduzindo potencialmente o volume cerebral perdido”, disse Jeffrey Burns, da Escola de Medicina da Universidade de Kansas.

“Evidências mostram que a redução do volume do cérebro está ligado a um mau desempenho cognitivo, assim, preservar mais volume cerebral pode se traduzir em um melhor desempenho cognitivo.”

Segundo Burns, este é um dos primeiros estudos a explorar a relação entre as condições cardiorespiratórias de pacientes e o mal de Alzheimer.

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Fonte: BBC Brasil

Estudo indica que ibuprofeno pode reduzir risco de Alzheimer

O uso prolongado do remédio ibuprofeno pode reduzir o risco do mal de Alzheimer, segundo um estudo de pesquisadores da University School of Medicine, de Boston, nos Estados Unidos.

Dados de quase 250 mil pacientes mostraram que aqueles que usaram o remédio por mais de cinco anos tinham reduzido em mais de 40% a chance de desenvolver a doença.

O estudo, publicado no jornal “Neurology”, também afirma que remédios do mesmo tipo, conhecidos como medicamentos antiinflamatórios não-esteroidais (NSAIDs, na sigla em inglês) podem ter um efeito semelhante.

Especialistas afirmaram que os resultados são interessantes, mas alertaram que as pessoas não deveriam intensificar o uso do remédio com o objetivo de reduzir o risco de ter Alzheimer.

“Todos os NSAIDs têm efeitos colaterais que podem ser bem sérios. Nós ainda precisamos realizar testes para ter certeza de quais são os riscos e os benefícios”, disse o líder da pesquisa, Steven Vlad.

NSAIDs

Não é a primeira vez que uma associação entre NSAIDs e a Alzheimer é estabelecida, mas os resultados têm sido conflitantes.

Pesquisadores da University School of Medicine afirmam que uma explicação para isso pode ser o fato de que diferentes NSAIDs têm efeitos distintos.

Os pesquisadores analisaram os dados de 49,3 mil pessoas com mais de 55 anos que desenvolveram a doença e de outras cerca de 200 mil que não tinham nenhuma forma de demência.

No geral, o uso de NSAIDs por cinco anos foi associado com uma redução de 24% no risco de desenvolver Alzheimer. Mas as maiores chances de redução, de 40%, foram constatadas no uso do ibuprofeno. Outros, como o celecoxib, não tiveram efeito.

O líder do estudo, Steven Vlad, disse que testes em laboratório haviam mostrado que o ibuprofeno reduz níveis de depósitos de uma proteína associada ao Alzheimer no cérebro.

Ele afirmou, no entanto, que os resultados se devem, em parte, ao fato de que o remédio é o mais usado dos NSAIDs.

Fonte: Folha Online