Você teria coragem de parar de usar sabonete?

Você, algum dia, já imaginou o que aconteceria se parasse de usar sabonete ou shampoo? Será que sua namorada/o iria te dar um fora? Seus amigos passariam a evitá-lo? Moscas se reuniriam a sua volta? Dois caras resolveram fazer o teste.

Richard Nikoley está a 18 meses sem usar sabonete ou shampoo e Sean Bonner, que foi inspirado por Nikoley, está completando um ano de “experimento”. Segundo os dois, eles não cheiram mal e a vida está normal.

Matéria na íntegra em português: Hypescience
Matéria na íntegra em inglês: Gizmodo

Comentário: Vale lembrar que nossos antepassados tupiniquins e de outras nacionalidades (entenda-se índios) não tinham o sabão para tomar banho e não há registros de problemas capilares. Se alguém souber de algum caso me avise.

Universidade do RJ cria sabonete repelente contra Aedes

Uma notícia muito interessante, ainda mais que tenho que apresentar um seminário sobre a Dengue. Esse sabonete não nos isenta de eliminar os meios de reprodução do mosquito. Evite deixar água parada em sua residência, ou se tiver que fazer isso, mantenha o local fechado e protegido.
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Os pesquisadores do Laboratório de Ciências Químicas da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) divulgaram hoje a conclusão de um sabonete com efeito repelente, produzido especialmente para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela. De acordo com os pesquisadores, o sabonete foi desenvolvido a partir de uma mistura de glicerina, obtida de óleo de cozinha reciclado, com essências naturais de plantas como cravo-da-índia, citronela e capim-limão. O efeito do sabonete tem duração, na pele, de até 6 horas.

Os processos para patentear o produto junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e para aprovação da formulação pela a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já foram iniciados. De acordo com coordenador da pesquisa e chefe do Setor de Síntese Orgânica do Laboratório de Ciências Químicas da Uenf, Edmílson José Maria, a criação do repelente em forma de sabão surgiu da idéia de disponibilizar um produto economicamente acessível às populações carentes, principalmente nas grandes cidades.

O professor ressaltou que essas populações estão mais expostas à transmissão de doenças nas grandes cidades. “Eles normalmente vivem em áreas nas quais os alagamentos são mais constantes e o saneamento básico é mais precário”, justificou. Um lote de mil unidades do sabonete está sendo produzido pela Uenf com financiamento próprio. A produção será encaminhada aos poderes públicos para que seja distribuído à sociedade. Campos dos Goytacazes, onde se localiza o campus da Uenf, é a terceira cidade do Estado do Rio de Janeiro no ranking de casos de dengue registrados em 2008, ficando atrás apenas de Rio de Janeiro e Nova Iguaçu. As informações são da Agência Fundação Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp).

Fonte: Yahoo! Notícias